quinta-feira, 26 de julho de 2018

Nos diz Ana Paula:


Sobre as avós que já se foram... 
Se foram nada... Estão Aqui, dentro de mim... Presentes na minha insanidade e no meu discernimento... 
A cada ano q passa percebo mais semelhanças, seja no modo de agir ou de pensar... 
Gratidão por ter estas raízes... 
Saudades de poder abraçar...

Vovó Marcelina e Vó Irene

domingo, 22 de julho de 2018

Quando perco a noção
Desgarro
Questiono tudo
É neste universo que me acho.

              Num silêncio que diz tudo
              Encontro o abstrato desta paixão
              Onde somente eu compreendo
              E você apenas me vê.

                            Intangível que sou
                            Sigo até a próxima jornada
                            Onde o começo é o fim
                            Desta viagem pelo ego.



sexta-feira, 13 de julho de 2018

Z4

Tche! Seria engraçado não fosse triste. Eu "deitando e rolando" com o cai-cai do Neymar e o Brasil (Xavante) nesta ladeira abaixo no Campeonato Brasileiro de 2018 - Série B.


Chega de mimimi! Todos no Bento Freitas


Clemer esteve na Casamata do Brasil pela última vez na 11ª. Rodada. Desprezando a vacância da 12ª. quando Papa e Cirilo pegaram o rabo de foguete e ganharam do Criciúma por um a zero, restariam vinte e seis rodadas para o Time sair desta rabeira. Daí, Clemer comandou o Brasil, digamos por 29% da competição contra 71% a ser dirigida por seu/s sucessor/es , ou seja, com Clemer tivemos 11 rodadas e sem Clemer será mais 27. Com 81 pontos a disputar após o fracasso do Clemer não dá para chorar tanto assim a herança negativa dele. Atente que, via de regra as entrevistas de atletas e dirigentes do Brasil falam em união e trabalho (e estão certos), isto, no meu entender, deixa claro que é hora de pararmos com este “mimimi” e partirmos de fato para a briga. É todos no Bento Freitas e não tem outra. Mais uma vez vai ter que ser no berro da Torcida, no suor, na rouquidão, no pega prá capá. Nimguém tem o direito de ficar no quentinho de sua casa enquanto o Brasil está precisando de todos nós. Agora, se a Direção contratar mais uns quatro ou cinco de boa qualidade ficará mais fácil. Dá-lhe Brasil!


domingo, 8 de julho de 2018

Vazando água desde o início


A artilharia do campeonato chegou a sete gols. Sciola (lateral), um dos poucos que seria titular no atual “grupo” do Brasil, parou nos cinco e, pasmem, nossos atacantes tem na pessoa de Lourency a representação com três míseros golinhos.

Ganhamos três partidinhas e perdemos sete; doze gols pró e dezessete espetadas no coração determinando um saldo negativo de cinco gols e um aproveitamento pífio de 31% com a virada de turno beirando a marca do pênalt.

Desequilíbrio total da canoa e água entrando a bombordo e a estibordo. Da proa (inepta) e da popa falar o quê, se só o Boa Esporte é pior do que Nós?

Reforços! Reforços! Implora a Nação Xavante neste momento de aflição beirando o desespero. Mas agora? Não tem dinheiro. Como de praxe, não tem dinheiro. Mas, “se surgir um bom negócio para o Brasil podemos contratar”.

Fortaleza, CSA, Vila Nova, Coritiba, Avaí, Figueirense, Atlético/Go, Guarani, Ponte Preta, Goiás, Paysandu, Londrina, São Bento, Juventude, Sampaio Corrêa, CRB e Criciúma estão à nossa frente. Por enquanto, um vexame danado e só estamos livres da lanterna porque a equipe do Boa Esporte “ainda” consegue ser pior do que o nosso Time.

Voz corrente nas entrevistas, “união e trabalho”, parece um mantra na retranca tal a falta de resultados positivos.

É hora de decidir ou vão morrer abraçados neste minguado futebol.

E o inacreditável de tudo isto é que este ano está tão fácil, mas tão fácil que um time que estiver com apenas 47,6% está ali, beliscando o G4. E Nós com estes míseros 31% na rodela da classificação. 08.07.18 – 14ª rodada

Na verdade nem é bom partir para a estatística porque aí a frieza dos números assusta mais ainda.

O Brasil tem treze pontos ganhos e, reza a lenda, com quarenta e cinco escapa do infortúnio. Ainda faltam trinta e dois. Isto equivale a onze vitórias em vinte e quatro jogos. Na matemática, dá. Mas e na bola? (Artur Chagas)

Nem no lendário Caldeirão as vitórias estão chegando. Já na primeira partida deixamos escapar dois pontinhos. Era estreia e não assustou aquele empate com o São Bento.

Mas quando o Sampaio Corrêa deitou e rolou no Bento Freitas ganhando por dois a um bateu um friozinho na espinha fazendo muito Torcedor prever o pior porque já era a sexta rodada e nada do Time se encontrar.

Na partida seguinte, um alívio. Três a zero no Londrina ditou um carnaval fora de época ritmado pela Garra Xavante dando um alento aos mais renitentes.

Mas durou pouco a festa porque ao cair da Ponte Preta por dois a zero na própria Casa mostrou que o ano seria de grandes pesadelos.

Uma minguada vitória de um a zero contra o fraco Criciúma acirrou o bate boca e a Torcida Xavante mandou a paciência prás cucuias.

Chegamos à décima quarta rodada e não é que o CSA esbanja futebol no Bento Freitas e soca dois a zero ao natural num G. E. Brasil prá lá de fraco. Nem a chuva nos ajuda mais. O velho e bom frio pampeano encaranga nossos jogadores em vez de fustigar os adversários.

O que que é isto Rubro Negro?!?!?!

Melhor nem falar dos jogos fora de Casa. Sem nenhuma vitória como recuperar os onze pontos perdidos no Estádio Bento Freitas?

Trocamos o treinador. Saiu Clemer, entrou Gilmar Dal Pozzo. Mas tudo indica que isto só de nada vai adiantar porque o que falta é qualidade técnica no atual plantel.

Daí vem o velho chavão: “Não tem dinheiro, mas se surgir um bom negócio para o Brasil podemos contratar”.

Aja Torcedor! Aja Sócio! Aja coração!



sábado, 7 de julho de 2018

Era um celeiro de craques

Nunca fui muito de futebol. Mas me lembro que a copa de 94 me impressionou pra caralho...

Teve um tempo que a seleção brasileira parecia mesmo única. Os jogadores brasileiros encantavam todo o mundo com o tal do futebol-arte. Eles tinham “algo”. Era quase impossível não parar pra ver.

Lembro que na copa de 94 os gringos nos assistiam embasbacados, ‘como é que pode’!?

Após anos de “seca”, o tetra viria. Nossos jogadores eram assim, meio malandros, meio imprevisíveis, diferentes de tudo que tinha lá fora. Davam um verdadeiro show.

O restante das seleções, menos “artísticas”, decerto, já levantaram a orelha perante tamanho sucesso desde lá. ‘Vamos entender o motivo dessa porra. Deve ser o samba no pé. Vai saber. Vamos mandar uns caras estudarem essa gente… Afinal, são só humanos’.

Imagino que alguns países tenham passado a contratar caras só para analisar as jogadas dos brasileiros, como era essa coisa de futebol-arte, de ‘Bebeto e Romário atrás do armário’, enfim, eles quiseram entender “como é que pode” uma coisa dessas - e começaram a entender. Estudar, lapidar, melhorar. Análise da concorrência, em suma.

Já dos lados de cá, começou a se falar que o Brasil era um ‘celeiro de craques’, que não tinha pra ninguém. Depois do tetra, até veio o penta (sofrido que só), mas o hexa, esse tá no papo... somos muito fodas. Depois de derrotar a Itália em 94, ninguém nos segura, afinal.

Aí perderam. Perderam de novo. E de novo...

O que eles não entenderam, é que o futebol-arte tornou-se algo totalmente replicável. Não era mais algo “nosso”. Agora os gringos pernas-de-pau são páreos pra vocês, sabichões!

E o que fizeram com essa informação aqui no Brasil? Aparentemente, não muita coisa. Continuaram enfiando na cabeça desses garotos que eles eram ‘estrelas’. Que eram ‘os melhores do mundo’. E que seus técnicos não precisavam analisar concorrência nenhuma.

Astros multimilionários, passes caríssimos e todo comércio que rola foi só o começo do fim.

Os processos e jogadas ensaiadas dos grandes craques do Brasil, outrora reis da cocada preta, foram estudados e até melhorados pelos gringos. Hoje eles brigam de igual pra igual, às vezes com larga vantagem, até.

Sinceramente, não tô surpresa que esse moleques tenham perdido hoje. Perderam algo muito mais importante lá atrás: humildade, capacidade de improviso, readaptação respeitosa quando pegam um Roberto Baggio pela frente.

Não vai ter Hexa porque uma vez mais subestimaram a concorrência, encheram o toba daquele Neymar de confete e acharam que tava no papo.

Da Copa na Rússia, pro Brasil, fica a lembrança dos torcedores babacas que zoaram a moça russa com o vídeo do “bu*eta rosa”. Do torcedor ‘brasileiro’ mais legal da copa - que não era brasileiro nada e que só foi “tolerado”, com seu fenótipo esquisitão, por ser gringo - pq aqui qualquer um com uma aparência diferente vira o “psicopata da copa”, mesmo.

Ah e o mascote rejeitado que se tornou um sucesso na internet, o Canarinho Pistola.

Que bom que Br gosta de meme, porque hexa mesmo ficou na esperança - e o tal de futebol-arte, uma mera lembrança. - Barbara Martins




sexta-feira, 6 de julho de 2018

Que tombo foi este?

Neymar caiu trilhões de vezes. Todo o mundo viu. Todo o mundo falou. Mas tombo feio mesmo foi o do Tite e levou com ele a Seleção Canarinho. Para este ano, já passei uma borracha e passo a ser secador. Fora França! Fora Inglaterra! Fora Temer! Puta merda, este não cai de jeito nenhum. Só por 2022... E, se Deus quiser, sem Galvão na Globo.

Brasil 0X2 CSA


Olha gente, para mim é muito fácil falar do jogo de hoje.

Primeiro, porque cheguei em casa (minha residência) e o meu filho Anderson já foi dizendo:

"Perderam. Néh pai?!?!?!".

"Perdemos filho", respondi mais brocha do que anão capado.

"Dois a zero", retrucou o guri e eu saltei, "Que dois a zero; foi um a zero".

"Dois a zero pai" reafirmou o mandinho mais absoluto do que general da Ditadura.

A mulher me deu um olhar de revesgueio e perguntou: "Tu foi ao jogo mesmo?"

E os dois caíram de pau em mim.

Mesmo aporrinhado com a derrota "POR UM A ZERO" corrigi meu filho e perguntei donde ele tinha tirado isso.

"Da internet. Olha" e foi mostrando cheio de razão.

Tche! Que vexame! Mulher e filho rindo e duvidando de eu ter ido ao jogo.

E eu ali, insistindo no placar porque foi o que eu vi.

Liguei meu computador. Olhei o site do Brasil. Até àquela hora, nada.

Fui para o Globo Esporte. Báh! Aí doeu até na alma. Quanto mais eu explicava, mais a família deitava em mim.

Passaram a notícia para o meu compadre de Guaíba. Tô fodido!

E isto que eu não bebi nada.

Nem as fotos e os vídeos que fiz da Máfia Xavante e da Camisa 7 serviram de prova de que eu estava no jogo.

Parece estória de pescador.

Tomara que alguém tenha me visto naquele fiasco do Brasil e poste alguma coisa a meu favor no facebook.













segunda-feira, 2 de julho de 2018

Catedral São Francisco de Paula

Uma pena que as árvores estão tomando toda a frente de nossa Catedral, mas olhem a foto que fiz em 28/06/18. Clic feito da av. JK, mais conhecida como Canal do Pepino. Não preciso dizer que ia para o Estádio Bento Freitas.