sábado, 11 de abril de 2020

Flor de Maracujá

Tchê!
O que dizer se as palavras não chegam perto dessa beleza?
Ah! Essa abelha que sorve cada cantinho deste pólen sedutor.
Taí a felicidade.

Foto de Xavante Munhoso



O tempo


Este que por mim passou
De certo é maior do que
Aquele que ainda virá.
Dor?
Não.
Hora de aproveitar
Relembrar o bom
Corrigir o erro
Enfrentar
Arrojar
Viver
O que me restar
Tempo, tempo, tempo
O que será?




sexta-feira, 10 de abril de 2020

Clic


Sob minha lente
Rainha, sonho, o que for
Sob minha lente
Futuro, presente, fulgor
Sob minha lente
Realidade, desafio, amor
Sob minha lente
Abraço, aconchego, vida
Sob minha lente
Suspiro, esperança
Sob minha lente
Viagem bem-vinda.
Sob minha lente...
Flor



quarta-feira, 8 de abril de 2020

Olha aqui

Hoje não tem jogo do Brasil no Estádio Bento Freitas.
#Fiqueemcasa

Torcedora Eliz - Foto: Xavante Munhoso

terça-feira, 7 de abril de 2020

Olha ela

Alheia a esta pandemia
Posa cada vez mais bela.
Alheia a esta pandemia
Usa a Terra como passarela.
Alheia a esta pandemia
Ilumina esta vida quimera.
Alheia a esta pandemia
Desfila como sonho ou como fera.
Alhea a esta pandemia
Continua a vida dela.



sábado, 4 de abril de 2020

Quanto vale um trabalhador


Tchê!

Nunca vi tanto patrão querendo que seus empregados larguem a segurança de seus lares para irem trabalhar.

Foi show ver aqueles carrões todos desfilando numa imploração absurda e sem cabimento.

O mundo todo clamando para que as pessoas fiquem em casa e meia dúzia de abonados buzinando em seus veículos dotados de ar condicionado na contra-mão. No interior, madonas de máscaras último modelo. Talvez até importadas de alguma viagem ao exterior.

Mas o trabalhador decerto terá que “pegar” ônibus, metrô, ou barca lotado de gente. Todos pobres em busca do pão de cada dia.

“Voltem ao trabalho!”

Óh súplica cruel. E a vida? Onde fica?

“Se não trabalhar não ganham o sustento”, dirão.

Mas o que pagam por este trabalho é o justo?

Quanto ganha um professor, um mecânico, um policial, um atendente de qualquer balcão dessas lojas que rogam pela volta ao trabalho?

É minha gente. Pense nisto. Esse Covid-19 veio por as cartas na mesa.

Corrijam-se enquanto é tempo.





Alma nova - Zeca Baleiro


Sempre que te vejo assim
Linda nua e um pouco nervosa
Minha velha alma cria alma nova
Quer voar pela boca quer sair por aí
E eu digo calma alma minha calminha
Ainda não é hora de partir
Sempre que te vejo assim
Linda nua e um pouco nervosa
Minha velha alma cria alma nova
Quer voar pela boca quer sair por aí
E eu digo calma alma minha calminha
Ainda não é hora de partir
Então ficamos minha alma e eu
Olhando o corpo teu sem entender
Como é que a alma entra nesta história
Afinal amor é tão carnal
Eu bem que tento, tento entender
Mais a minha alma não quer nem saber
Só quer entrar em você
Como tantas vezes já me viu fazer
E eu digo calma alma minha calminha
Você tem muito que aprender
E eu digo calma alma minha calminha
Você tem muito que aprender
Então ficamos minha alma e eu
Olhando o corpo teu sem entender
Como é que a alma entra nesta história
Afinal amor é tão carnal
Eu bem que tento, tento entender
Mais a minha alma não quer nem saber
Só quer entrar em você
Como tantas vezes já me viu fazer
E eu digo calma alma minha calminha
Você tem muito que aprender
E eu digo calma alma minha calminha
Você tem muito que aprender
E eu digo calma alma minha calminha
Você tem muito que aprender