segunda-feira, 9 de março de 2015

Grupo de torcedores do Brasil de Pelotas (Onda Xavante) completa 10 anos de atividades em Porto Alegre


Estamos pedindo a colaboração para divulgação do movimento de torcedores do Brasil de Pelotas em Porto Alegre e região.
Aguardamos o contato para divulgarmos as ações e o jantar de aniversário que ocorre dia 27/03 na Galeteria Cristófoli em Porto Alegre (Rua Sete de Abril, 344).

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Onda Xavante – 10 anos
 
A história da Onda Xavante acompanha o início da jornada do Grêmio Esportivo Brasil na volta a ocupar um lugar de destaque no cenário futebolístico gaúcho e brasileiro.
 
Depois dos excelentes anos de 1984 e 1985 o GEB viveu tempos difíceis. Com exceção do ano de 1998, quando chegamos as semi-finais do Gauchão, os demais foram de lutas para não cair ou tentativas desesperadas para subir. Não apenas o time, mas o clube como um todo estava desmantelado.
 
Depois de uma excelente campanha na segundona do Gaúcho em 2004, onde o eterno ídolo Cláudio Milar começou a se destacar, era chegada a hora de em 2005 voltarmos à primeira divisão. A Torcida Xavante estava, mais uma vez, pronta para apoiar o seu esquadrão de forma incondicional. Havia novamente uma esperança de dias melhores no ar.
 
Atento ao momento e sabedor da força da Maior e Mais Fiel Torcida do Interior do Estado do RS, o jornalista e radialista Xavante João Garcia(JG) convocou os Torcedores Xavante de Porto Alegre e região metropolitana a se reunirem em um jantar na véspera da apresentação do GEB frente ao Grêmio em Porto Alegre. Neste dia, na Churrascaria Espeto de Ouro, com mais de 150 presentes, deu-se início a Onda Xavante – Região Metropolitana de Porto Alegre. Era um sábado, 5 de março de 2005.
 
Ali mesmo, na churrascaria, foi definido um grupo de trabalho que nas semanas seguintes reuniu-se para definir missão, objetivos e áreas de atuação da Onda Xavante. O ponto de partida e base para as demais definições foi o estabelecimento do que seria a Onda Xavante. Esta discussão foi interessante, pois antes de definirmos o que seríamos, ficou bastante claro o que não seríamos. Não seríamos uma torcida organizada, como comumente é entendido, mas um grupo de torcedores que se organizaram para trabalhar em favor do GEB. A Onda Xavante, então, ficou assim definida: “A Onda Xavante é um movimento composto por torcedores do Grêmio Esportivo Brasil(Pelotas/RS), residentes fora de Pelotas, que tem por objetivo divulgar e promover a marca do clube e da Torcida Xavante”.
 
Durante estes 10 anos de existência, a Onda Xavante tem promovido, organizado e incentivado várias ações e eventos, tais como: excursões para assistir as apresentações do GEB(RS, SC, PR, MG, SP e RJ), jantares mensais de confraternização(última sexta-feira de cada mês - 108 jantares), campanhas de arrecadação de recursos para obras no Bento Freitas, campanhas de paz nos estádios, viabilização de exibições em Porto Alegre de filmes sobre o GEB, presença na mídia esportiva de Porto Alegre, e muito mais.
 
Hoje a Onda Xavante possui uma relação de mais de dois mil Xavantes cadastrados. É a Maior e Mais Fiel do Interior do Estado do RS presente também na Capital.
 
Quer saber mais sobre a Onda Xavante? Acesse a Onda Xavante na internet:
 
* Twitter: @ondaxavantepoa
* Cadastro Online: http://goo.gl/forms/ZO9aeifZlI
 
Contatos:
* Juliano Freitas: (51) 8115-7942
* Vinícius Colvara: (51) 8230-2919

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Onda Xavante
Ser XAVANTE não é para qualquer um!
@ondaxavantepoa
facebook.com/ondaxavante




sexta-feira, 6 de março de 2015

"INVESTIR EM SENTIMENTO NUNCA É DEMAIS"

"... E o hábito do solitário não apenas compadece, como inspira. O espírito esportivo que acompanha o ypiranguista em torcer pelo seu clube, mesmo nos estádios adversários - e sozinho -, virou mania. Uma mania que, quem sabe, todos deveriam cultivar. Afinal, em tempos de valorização do futebol da Europa ou dos grandes centros do país, os times do interior gaúcho clamam por atenção e investimento. E investir sentimento nunca é demais..."

Álisson Giaretta - foto Flávio Neves
Álisson Giaretta - foto Flávio Neves

Das páginas do Diário Popular trago o exemplo de Álisson Giaretta, que deve ser seguido por todos os torcedores de clubes do Interior do Rio Grande do Sul. Veja a matéria completa no link abaixo.

segunda-feira, 2 de março de 2015

ACEG ACONIZA

Bah! Essa é do meu amigo JG. Tantas vezes divulgou as notícias do PRN que hoje faço uma pequena retribuição.
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SEXTA-FEIRA, 9 DE JANEIRO DE 2015


Radialistas e jornalistas esportivos,ha 70 anos fundaram a ASSOCAÇÃO DOS CRONISTAS ESPORTIVOS DE PORTO ALEGRE-ACEPA,era o fim da Primeira Guerra Mundial.Em 1975,esta foi subatituida pela Associação dos Cronistas Esportivos Gauchos -ACEG.Durante 10 anos fui presidente dessa entidade.
Hoje,a ACEG teve por um Oficial de Justiça,penhorada sua sede no Centro de Poa por divida com uma revista que mandou publicar(quatro mil reais)e tem outras ações de AGIOTAS pedindo penhora de bens da associação.
É lamentavel isso esteja acontecendo no ano &0 da entidade,quando deveriámos estar em festa.
Não me ocorre nada,a não ser chamar ex-presidente e Homens de Bem que amem esta entidade,que se orgulhem de sua Historia,destes 70 Anos.
Já apelei outras vezes,fui pouco ouvido,agora ai está,uma vergonha.
Com que cara vão criticar dirigentes de clubes? de federações??se não foram capazes de cuidar de sua entidade,se aventureiro adonou-se da entidade,malversou seu dinheiro,aviltou seu patrimônio,,falsificou assinaturas,cheques,envolveu-se com agiotas,ficou devendo a todos,meteu a mão no dinheiro da entidade e confessou isso.
Saiu dali consagrado por gente tão baixa de valores quanto êle,Gente que vendeu-se por um lanche nos estádios.
Um Presidente que recebia ingressos do Inter e do Grêmio e vendia e ficava com o dinheiro,que montou uma quadrilha na entidade.
Gente que espionava reuniões para avisar o que era discutido lá.
Um Oficial de Justiça chegou a dizer:voce tambem tem que fazer uma Operação Lava Jato.
E tinha
Sairam dali,foram pra casa,tinham que ir para a cadeia.
E o patrimônio que tantos construíram esta penhorado.Isto dói muito
Peço que passem essa noticia adiante,só não dou o nome,por pedido de algumas pessoas,voces devem entender!

sábado, 28 de fevereiro de 2015

"Como seria legal se o País tivesse mais clubes com torcida igual a do Brasil" - Bate Bola


Salão de Festas

Trinta anos depois da grande vitória do Brasil sobre o Flamengo, eis que estes dois rubro-negros voltaram a se confrontar em uma competição nacional. A cidade, o Estado e até o País não falavam noutra coisa a não ser no épico 2 X 0 dos idos de 1985. Zico, Adilio, Tita, e tantos outros daquele timaço tombaram diante de Bira e Junior Brasília. Zagallo teve que engolir Louruz e o Mengão conheceu a força da Torcida Xavante.

O clima realmente era de festa. Não do tipo já ganhou, mas de uma alegria sem par por reeditar uma partida que já desponta como um clássico nacional. A Torcida Xavante, como sempre, tomava de assalto as arquibancadas na esperança de ver mais uma grande apresentação do G. E. Brasil.

Tudo fora feito para este grande jogo. Melhorias no Estádio, um gramado de primeira linha, novo vestiário para a equipe visitante e até um camarote exclusivo para seus dirigentes. Nova iluminação, poltronas especiais na casamata das duas equipes, construção de novos banheiros, enfim, um esforço danado para receber com satisfação e orgulho os adversários no Estádio Bento Freitas.

Como cereja do bolo, a maciça adesão dos Torcedores ao quadro social do Clube atingindo a marca significativa de uns oito mil Sócios. Tudo corria como um sonho, mas a vitória não veio e o time da Gávea ganhou esta partida por dois a um.

Apesar da derrota em campo, ainda havia motivo para festejar e muito. Ao contrário do que alguns agouravam, não saímos eliminados porque aquele golzinho salvador do Nena ao apagar das luzes carimbou nosso passaporte para uma revanche no Maracanã dia dezoito de março.

Essa História não aconteceu apenas nas quatro linhas. Um infortúnio tratou de apimentar as emoções e pôr em polvorosa toda a Nação Xavante. Antes mesmo de terem certeza do ocorrido, alguns torcedores alardeavam que a arquibancada tinha caído. Não tem como negar que o susto foi grande. Felizmente o estrago não chegou a tanto.

No dia seguinte a discussão em torno dos lances da partida, dos gols, do juiz e do grande público deu lugar à temeridade pela perda de mando de jogos futuros. E agora? Onde o Brasil vai jogar?

Muito provavelmente a direção e os bastidores do Brasil trabalharam brilhantemente para minimizar os prejuízos advindos da queda de pedaços do espelho de um ou dois degraus da arquibancada de entrada próximo à primeira curva. Não resta dúvida que tudo será recuperado e reforçado para evitar novos problemas, mas isto é um prato cheio para os áureo-cerúleos e a corneta vai correr solta.

À tardinha, a notícia correu quentinha dita pelo presidente da FGF: “O Brasil mandará seus jogos na Boca do Lobo até que atenda os requisitos necessários para a liberação de seu campo”. É evidente que isto terá como contra partida um pagamento pelo aluguel e ambas as torcidas terão mil e um argumentos para zoar uns aos outros.

De outro lado, isto enriquecerá ainda mais o imaginário existencial entre Xavantes e áureo-cerúleos. Enquanto a torcida do Pelotas aproveitará a oportunidade para mostrar que a Boca do Lobo é feita de concreto e coisa e tal, os Rubro-Negros vão deitar e rolar na eterna cantoria que define o campo da avenida como nosso “Salão de Festas”. Enfim, um prato cheio para corneteiros e gozadores de ambos os lados. Que bom que é assim. Isto nos oxigena e imuniza contra os grandões de Porto Alegre.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Todos nós invejamos os xavantes

Quinta-feira, 26/02/2015 às 01:24 por Douglas Ceconello


A catarse rubro-negra presenciada na última semana em Pelotas evidenciou para o país como nunca antes o que o significa o Brasil não para Pelotas, mas para o futebol. Enquanto a maioria dos times que não frequentam o MAINSTREAM comemoram a simples oportunidade de enfrentar uma grande GRIFE, os xavantes fazem diferente: eles celebram a si mesmos, sofrem por si mesmos. Aconteceu contra o Flamengo, é claro, motivado pela repetição do histórico confronto de 1985, que levou o Brasil à terceira colocação do Brasileirão, mas seria a mesma coisa contra São Paulo, Boca Juniors ou Barcelona. Para os xavantes, todos são do mesmo tamanho. Um tamanho que não é maior que o Brasil.

Há diferentes maneiras de se mensurar grandeza. Pode ser por títulos, por dinheiro, pelo número de torcedores. E pode ser, também, pelo engajamento da torcida com seu clube. E, se levarmos isso em consideração, é um verdadeiro ACINTE classificar o Brasil de Pelotas como um clube pequeno. No Rio Grande do Sul, desde sempre aprendemos a respeitar o que o Brasil e sua torcida significam. E agora, depois do TSUNAMI midiático que varreu o país de Pelotas até quase a GUIANA, é improvável que alguém não saiba.

Para fazer troça com os xavantes, um amigo jornalista às vezes comentava que o Brasil era MODINHA, devido ao entusiamo que muita gente nutre pela mística do rubro-negro pelotense. Fato é que, de alguma forma, todos invejamos o Xavante. Gremistas, corintianos, colorados e cruzeirenses. Ninguém escapa. Não adianta espernear. Não invejamos os títulos, o time ou o estádio, mas a relação entre clube e torcida, que é forjada na necessidade e no amparo mútuo.

Conforme nossos clubes de coração crescem, eles se distanciam de nós. Continuamos dizendo que “nós ganhamos” ou “nós perdemos”, mas o mais próximo que chegamos de fato deles é votando nas eleições ou pagando a mensalidade de sócio que vai ajudar a arcar com o salário milionário daquele lateral que não sabe diferenciar uma bola de um ABAJUR. Mas ninguém vai nos receber de braços abertos se chegarmos no estádio carregando um saco de cimento para ajudar na reforma do vestiário.

No Brasil, é diferente. Frontalmente diferente. Encantadoramente diferente. O Cresce, Xavante! por exemplo, é um movimento de torcedores fundado em 2009 que tem como objetivo melhorar o patrimônio do clube. De suas ações de mobilização, através de doações, rifas e leilões, já resultaram frutos como alambrado, campo suplementar e até um TRATOR para cuidar do gramado do Bento Freitas. O próprio clube sempre fez questão de manter a massa popular bem próxima: era comum sortear OVELHAS, rancho em supermercados e pernoites em MOTEL no intervalo dos jogos. (O que nunca ficou claro para mim é onde o cidadão deixaria a ovelha se também fosse premiado com a noite no motel.)

Aqueles milhares de balões que subiram aos céus contra o Flamengo, por exemplo, foram iniciativa de torcedores, assim como diversas outras iniciativas que envolvem os jogos do Brasil. O Xavante conseguiu garantir o direito de jogar o segundo jogo contra o Flamengo, mas não é uma oportunidade de conhecer o Maracanã, e sim mais uma chance de continuar apresentando o Xavante ao país. O torcedor xavante é meio atrevido por natureza, tem uma falta de vergonha mais do que salutar na atual conjuntura social e DESPORTIVA. Porque o esforço conjunto faz crescer a sensação de pertencimento a uma comunidade. 

É disso que sentimos falta no atual momento dos grandes clubes e é justamente aí que reside a força do Brasil de Pelotas, o motivo pelo qual é admirado por tanta gente. Nada mais natural que essa admiração volta e meia se transforme em uma inveja, mas não daquelas PERVERSAS que alimentam as intrigas de novelas. Bem pelo contrário: queríamos apenas ter esta proximidade com nossos clubes. Que nossos clubes fossem um pouco mais Xavante na essência. Temos aqui alguns sacos de cimento e também merecemos um abraço.


MEIA ENCARNADA

http://globoesporte.globo.com/blogs/especial-blog/meia-encarnada/1.html

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Inúteis

É, companheiro, a vida é dura. Acabou a festa. O sapato apertou. O Rogério Zimmermann tinha razão quando dizia que as equipes eram muito parelhas. Obviamente, excetuando-se a dupla gre-nal, que por pior que estejam nete momento, não há como comparar.
 Salvo uma falha na memória, as quais me ocorrem cada vez com mais frequência, não lembro de nenhum outro início de campeonato Gaúcho tão parelho. Até o início desta última rodada, a diferença entre o primeiro e o décimo colocado era de apenas dois pontos. Hoje, este número está um pouco reduzido, são seis os clubes – ou sete, dependendo do resultado de Grêmio x Juventude hoje à noite – com distância de até dois ponto do líder.
 Como estamos no meio do primeiro turno, o funil vai começar a estreitar de forma mais acentuada. É a chamada hora da verdade. Quando os homens se diferenciam das crianças. A nosso favor, está o fato de que das sete apresentações realizadas até aqui, termos em quatro oportunidades nos apresentado frente a equipes que estão realizando boas campanhas, mais o Portoalegrense na Arena OAS. Foram quatro apresentações fora e três em casa. Embora tenhamos obtido melhores resultados fora do que em casa, acredito que deveremos nos sair melhor nesta segunda metade da fase, quando nos apresentaremos mais em casa e frente a equipes menos qualificadas fora. Se bem que não tem galinha morta. Toda atenção e dedicação será pouco. Afinal de contas, é futebol.
 Não posso deixar de comentar e registrar a minha indignação com a FGF. Mais uma. Indignação, mas não surpresa, pois não é a primeira e nem será a última vez que somos ignorados pela FGF. Ao final da apresentação de ontem, o nosso vice-presidente de futebol, Cláudio Montanelli, assim como o Rogério Zimmermann, comentaram o fato de a FGF ter negado um pedido de transferência da apresentação de ontem, com vistas a termos melhores condições de enfrentarmos o Clube de Regatas do Flamengo nesta quarta-feira. Pior, tal decisão prejudicou não apenas a nós quanto o próprio Lajeadense, que também tem compromisso pela Copa do Brasil.
 Não vou me estender em comentários repetitivos, pois acredito que nossos dirigentes disseram tudo o que deveria ter sido dito, e com mais educação do que provavelmente eu o faria. Deixo apenas uma simples questão para reflexão: de que serve uma federação que não atua em favor de seus federados? Não falo nem em relação a possuírem competência ou inteligência para desempenharem as atividades que lhes são de ofício, porque quanto a isto já temos convicção formada, mas apenas em relação a terem, ao menos, um pouco boa vontade. Muita sacanagem.
 Li a respeito da Medida Provisória que a presidenta Dilma está para apresentar, em resposta ao vergonhoso projeto que a bancada da bola tentou aprovar de contrabando no final do ano passado, e que foi por ela vetado, sobre a recuperação fiscal dos clubes. Entre outros pontos desta Medida Provisória, estaria o estabelecimento de tempo máximo de mandato e proibição de reeleição para os presidentes de clubes e federações. Deverá ser assinada na primeira quinzena de março. Demorou. Democratizar a gestão do futebol é preciso. #porumfutebolmelhorparatodos
 Mas tudo isto perde importância de hoje até quarta-feira próxima às 22h, quando o GEB enfrentará o maior clube do Brasil, o Clube de Regatas do Flamengo/RJ. Serão três dias inesquecíveis, de muita euforia, ansiedade e expectativas, podem apostar. A divulgação da marca GEB e da Torcida Xavante serão divulgadas para todo o país, em todas as mídias, de forma como nunca antes ocorreu. É o nosso momento. Que os Deuses do Futebol nos iluminem e permitam que façamos uma boa apresentação.
 Rubro-negro vem aí!
 Abs.

Ivan Schuster - Onda Xavante



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