terça-feira, 20 de março de 2018

APOIANDO EM QUALQUER LUGAR


Saiba qual torcida do Interior foi a mais fiel na Arena e no Beira-Rio no Gauchão
Torcedores encararam longas distâncias por amor aos clubes
20/03/2018 - 17h09min
Os xavantes confirmam a fama de fidelidade ao time mesmo longe do Bento Freitas

foto: Nauro Junior - GauchaZH Banco de Dados - 10

Terminada a fase classificatória do Gauchão e com clássico Gre-Nal nas quartas, GaúchaZH fez um levantamento de qual torcida do Interior do Rio Grande do Sul se fez mais presente nos jogos contra a Dupla da capital na Arena e no Estádio Beira-Rio. Na pesquisa, o São José foi considerado como representante do Interior.

Torcida adversária na Arena
O Grêmio fez cinco jogos como mandante na primeira fase do Gauchão. Foram 46.992 torcedores pagantes nas partidas contra Caxias, Cruzeiro, Brasil-Pel, Novo Hamburgo e São Paulo-RG. A média ficou em 9.398 por jogo. Dos quase 47 mil pagantes, apenas 1.038 torceram para os times visitantes. Isto representa apenas 2.2% do total. Neste contexto, a torcida xavante, do Brasil-Pel, foi a mais presente.
Os números
695 torcedores - Brasil
228 torcedores - Caxias
61 torcedores - Cruzeiro
39 torcedores - Novo Hamburgo
15 torcedores - São Paulo
Total: 1.038 visitantes pagantes.
Torcida adversária no Beira-Rio
O Inter fez seis jogos como mandante na fase classificatória. Cinco no Beira-Rio e um no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo. Neste levantamento, vamos desconsiderar o clássico Gre-Nal, que atraiu 2.676 gremistas pagantes no dia 11 de março (incluindo metade da torcida mista). Restaram assim, apenas 219 torcedores do Interior que pagaram ingresso e torceram por suas equipes contra o Inter.
95 torcedores - Avenida
56 torcedores - São Luiz (jogo em NH)
27 torcedores - Juventude
21 torcedores - Veranópolis
20 torcedores - São José
Total: 219 visitantes pagantes (sem o Gre-Nal. Com o clássico, 2.895).
Outras equipes em outras cidades
Nem todos os clubes, ao divulgarem seus borderôs no site da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), revelam o número de torcedores visitantes nos seus jogos. É o caso de Veranópolis, São Luiz, São José e Brasil. Das partidas possíveis de pesquisa, a maior presença de torcida adversária no interior ficou no confronto entre Juventude e Grêmio, com 4.087 gremistas entre 9.165 pagantes no total: 44,5% do total.
Mas os percentuais mais relevantes de torcedores visitantes ficaram com o Brasil. No jogo contra o Cruzeiro em Gravataí, os xavantes foram 84,7% do total de pagantes no estádio. E contra o São Paulo, em Rio Grande, na última rodada, o percentual rubro-negro chegou a 74,1% do total de torcedores que pagaram ingresso na partida.
Juventude
4.087 torcedores - Grêmio
36 torcedores - Novo Hamburgo
15 torcedores - São Paulo
8 torcedores - Cruzeiro
4 torcedores - Veranópolis
Caxias
902 torcedores - Juventude
135 torcedores - Brasil
80 torcedores - Novo Hamburgo
22 torcedores - São José
10 torcedores - São Luiz
Novo Hamburgo
338 torcedores - Inter
94 torcedores - Brasil
41 torcedores - São Paulo
18 torcedores - Cruzeiro
15 torcedores - São Luiz
São Paulo
760 torcedores - Inter
345 torcedores - Brasil
20 torcedores - Avenida
1 torcedor - Veranópolis
*Caxias e Cruzeiro não informados.
Avenida
326 torcedores - Grêmio
50 torcedores - Juventude
30 torcedores - Caxias
25 torcedores - São Luiz
17 torcedores - Novo Hamburgo
15 torcedores - Veranópolis
Cruzeiro
1.376 torcedores - Inter
283 torcedores - Brasil
47 torcedores - Caxias
20 torcedores - Avenida
5 torcedores - Veranópolis



domingo, 11 de março de 2018

Dá-lhe Interior!

Tabela perfeita! Brasil Campeão, dois clubes do Interior à frente do Internacional de Porto Alegre, quatro clubes do Interior à frente do Grêmio de Porto Alegre e São Paulo naufragando para a famigerada Segundona.



Campeão por 100 anos

Acabou o grenal e o Brasil é o Campeão da Copa Centenária FGF. Chupa Evaldo Poeta!


Esta vale estrela verdadeira.

O Primeiro Campeão Gaúcho gosta de fazer História. Agora Campeão por 100 anos. Dá-lhe Brasil!



sábado, 3 de março de 2018

A família ou o Brasil?


Esta pergunta me é feita com alguma persistência e já de algum tempo a gurizada em fase de TCC me procura em busca de informações sobre a História do G. E. Brasil e não raramente querem saber deste Torcedor louco, fanático e sem vergonha de ser Xavante.

A princípio eu ficava meio sem jeito e sem saber o que responder. Mas depois o ego foi dando um jeitinho de se manifestar e agora fica difícil domar o cruel de tanta vaidade que invade o meu espaço. Mas eu luto. Claro que luto porque sei que se “um dia estamos por cima no outro o tombo pode ser dos grandes”.

Não é fácil brigar com estas coisas e meu espelho vive me dando uns puxões de orelha. Às vezes até debocho dele, mas sei que ele está com a razão e ponho o rabinho entre as pernas e sigo na minha.

Diante da pergunta tantas vezes feita, descobri que sou um cara que tem dois casamentos sem ser bígamo. Surreal? Não! Isto é mais comum do que possam imaginar porque no País do Futebol há milhões de indivíduos como eu.

Com as bênçãos do Altar recebi uma esposa que me completa resultando numa família unida onde os filhos e neto são o tesouro maior. Não tenho o que me queixar e agradeço a Deus todos os dias por tamanha graça. Dona de uma paciência muito acima da média ela encurta ou solta a rédea na hora certa.

Já nos caminhos da vida fui fisgado pelo G. E. Brasil e sua maravilhosa Torcida. Sem altar, mas com uma Arquibancada humana e transformadora perdi-me num êxtase inexplicável para um simples torcedor. Esta paixão praticamente cresceu comigo porque, ainda de calça-curta, esperava ansiosamente o domingo para rumar em direção ao Estádio Bento Freitas.

Sol, chuva, frio, calor, tanto faz, se tem jogo na Baixada lá estou eu. Mas amo minha mulher e criei meus filhos com rigor, carinho e atenção. Daí vem a pergunta: a família ou o Brasil? Putz! Por que a dúvida?






Concentração total

Fase difícil do campeonato, mas, graças a Deus, muito diferente do ano passado. Naquela época a gente secava os adversários implorando por uma combinação de resultados a nosso favor. Agora não, o poder da caneta é nosso e entra em campo a escolha de futuros adversários. Sem contar a possibilidade de empurrar uns que outros para a companhia do Pelotas na famigerada Segundona. Mas não podemos esquecer o eterno agradecimento ao Caxias pela hombridade naquela partida derradeira. Por um triz escapamos e agora os holofotes miram nossa conduta. Claro que quero ser líder e campeão, mas que ver o Grêmio de Porto Alegre se ferrar vai ser uma epopeia.











sexta-feira, 2 de março de 2018

"Brasil, Brasil, Brasil..."


"Brasil de Pelotas" a torto e a direito me tira do plumo. Isto é um pleonasmo redundante principalmente quando é dito por gente de nossa terra. De que adiantou aqueles anos todos (décadas) quando o Tufy Salomão repetia todas as manhãs na Rádio Cultura: "O Brasil é o Brasil porque o Brasil é o Brasil; se o Brasil não fosse Brasil, o Brasil não seria Brasil. Mas como o Brasil é o Brasil, então o Brasil é o Brasil". Vejam no nosso Hino: "Brasil, Brasil, Brasil..."; simples direto, sem nenhum substantivo pátrio. Nem precisa, está intrínseco, é da essência e identifica por si só. No máximo, admite um comparativo: o Brasil é o Brasil porque o Brasil é o Brasil na palavra do filósofo acima citado que ainda dizia "Canta Jequitibá..." - mas esta é outra história.
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Dito isto vamos ao link que trás mais informações sobre o nosso Departamento Amador.